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quarta-feira, 19 de junho de 2013

CIÚMES É SAUDÁVEL? ATÉ QUE PONTO?


"Ciúmes é como sal, na quantidade certa traz um tempero gostoso para o relacionamento, mas quando passa dos limites, estraga a comida!"

Existem diversos níveis de ciúmes. Vamos analisar alguns:

Sem sal. É aquele  relacionamentos onde um dos lados não sente ciúmes algum. A esposa/namorada pode estar cercada de homens bonitos e charmosos, mas o marido/namorado não sente nem cócegas. Ele confia "no seu taco" e na sua fiel parceira. Parece mentira, mas isso existe. É raro, mas existe. Em casos como este, normalmente uma das partes não se alegra com a total falta de ciúmes, e isso é preocupante, pois pensamentos perigosos começam a surgir: "Será que ele tem outra?", "Será que ele não me acha atraente?" ou "Sou tão feia assim?", o que pode levar a parte insatisfeita a provocar ciúmes para ser notada e se sentir amada.

Por outro lado, existe o ciúmes doentio. Há poucos dias compartilhei aqui no blog um caso verídico a respeito deste assunto. Violência física e verbal são características fortes deste tipo de relacionamento. A vítima é tida como propriedade e prisioneira do cônjuge ou namorado(a). Não podendo sequer cruzar o olhar com alguém do sexo oposto, correndo inclusive risco de morte. Como eu disse para vítima que sofria tais abusos, casos como este precisam de tratamento e ajuda imediata! Recomendo que leia: Agressão física e verbal: caso verídico!

Existe também aqueles casos em que uma das partes possui todos os motivos para sentir ciúmes. Se o cônjuge não se comporta como uma pessoa comprometida, é a mesma coisa de estar cutucando a onça com vara curta. É destruir o relacionamento com as próprias mãos! Uma pessoa casada ou comprometida deve se comportar como tal. No texto Me apaixonei por outra pessoa, identifiquei uma série de comportamentos inadmissíveis para uma pessoa que assumiu estar em um relacionamento sério. Se você não está definitivamente disposto a se comportar desta maneira, então não insista no relacionamento. Seja honesto o suficiente e diga: "Eu quero mesmo é curtir a vida!".

Mas como descobrir se o nível de ciúmes no seu relacionamento é saudável? Simples, "o amor não faz mal ao próximo. De sorte que o cumprimento da lei é o amor." Rm 13:10. O segredo é perceber se suas atitudes e comportamentos tem prejudicado de alguma forma seu cônjuge ou namorado(a) . Uma conversa franca e transparente pode resolver este problema. Se o excesso de ciúmes (ou a falta dele) tem trazido discórdia ou qualquer outro tipo de desentendimento, é porque a quantidade de sal passou dos limites.

terça-feira, 18 de junho de 2013

É POSSÍVEL REACENDER O DESEJO SEXUAL NO RELACIONAMENTO?


Há cerca de um mês, compartilhei aqui no blog o caso de uma leitora que havia se apaixonado pelo amigo do seu marido. Se ainda não leu, recomendo que leia: "Me apaixonei pelo amigo do meu marido". No texto, ela confessou ter alguns problemas na área sexual com seu cônjuge.

Muitos ainda me perguntam: "Dani, é realmente possível reacender a chama do amor?", "O desejo sexual pode ser restaurado num relacionamento, mesmo depois de tantos anos?" Minha resposta é sempre um belo e sonoro SIM! Os e-mails e testemunhos que recebo não me deixam mentir. 

Esta semana, a mulher do caso citado me retornou compartilhando sua atual situação. E com esse e-mail encerro o texto, já respondendo a pergunta colocada no título. Espero que seja um estímulo para a restauração do seu relacionamento! 

"Bom dia, Dani!


Tudo bem? Graças a Deus estou bem melhor. Não resolvi todos os meus problemas, mas tenho visto de forma extraordinária Deus agindo em meu favor. Segui seu conselho e me comprometi em me desligar por algumas horas das redes sociais, ler a palavra, meditar nela e orar. Na primeira semana, rasguei meu coração diante de Deus. Sentia que Ele estava me confortando, me limpando e derramando cura sobre mim. Pedi, principalmente que Ele tirasse toda aquela confusão da minha mente, todos aqueles medos que descrevi no e-mail anterior. Dei largos passos em direção à minha cura.

segunda-feira, 10 de junho de 2013

AGRESSÃO FÍSICA E VERBAL - Caso verídico



Queridos amigos e leitores, esse texto faz parte de uma série de "perguntas e respostas" que estou postando semanalmente. São casos verídicos que acompanhei virtualmente. Por conta de alguns projetos pessoais, terei que suspender os textos por um breve período. Mas tenho certeza que as experiências postadas edificarão da mesma forma! Aproveitem! :)

É incrível (e triste) pensar que nos dias de hoje ainda existem mulheres que vivem nessa situação... E o pior, são vítimas de homens que se dizem "cristãos". É no mínimo revoltante! Espero que esse testemunho sirva para despertar muitas outras mulheres que vivem neste inferno! Vamos ao caso:

"Olá Dani, estou te escrevendo porque estou desesperada. Sou casada a 8 anos, namorei, noivei e casei dentro de 1 ano, e desde que casei minha vida virou um inferno. Só depois do casamento ele mostrou as garras. Ele tem um ciúmes doentio, não posso nem olhar na direção de um homem que ele já me chama de vagabunda, sendo que nem estou olhando para o homem. Se vou a alguma loja, tenho que ser atendida por mulher, e se só tiver homem, não posso dizer nem bom dia e nem obrigado. Além disso, ele é muito autoritário e eu tenho que fazer só o que ele quer, caso contrário ele vira bicho e eu tenho que acabar concordando com ele para as coisas não ficarem pior. 

Ele me afastou da minha família e sempre que pode me joga contra eles. Até minhas conversas com as pessoas ele quer controlar. Ele é muito agressivo, me xinga muito de burra, idiota, vagabunda, puta, e isso na frente de qualquer um. E pra não passar vergonha, vivo à sombra dele com medo de falar alguma coisa que ele não goste e me xingar na frente das pessoas. Ele já me agrediu também, com empurrões, beliscões, tapas, enforcadas... Muita coisa eu digo que concordo com ele, porque tenho medo do que pode acontecer se eu discordar, e eu já tentei discordar do que ele fala, e quando faço isso, ele fala pra eu ir embora pra casa dos meus pais. Por exemplo, já falei pra ele que tenho que dizer obrigada para algum homem que tenha me atendido. Ele respondeu:

50 TONS DE CINZA... Ou de polêmica?




Querido leitores,

Há uns meses atrás participei de uma entrevista para o Jornal Nosso Tempo, cujo tema era: "50 TONS DE POLÊMICA - Como uma trilogia pornográfica acendeu a discussão sobre um tabu no meio cristão". É pecado ler publicações desse tipo? Que consequências pode trazer para o casamento? Leia na íntegra: 

"Um empresário bem-sucedido e milionário, lindo, doce e atencioso com a família, com carros de último tipo, helicóptero, barcos e ainda solteiro. Sim, vestido de príncipe encantando das princesas modernas, Christian Grey é o protótipo de homem ideal. Seria um romance comum, do tipo água com açúcar e tão popular quanto os livretos das décadas de 1960 a 1980 – que vendidos em banca prestavam-se a alimentar os sonhos românticos de muitas moças – se não fossem as ideias apimentadas inseridas por E. L. James, autora que ficou conhecida do dia para noite, após o sucesso de sua trilogia 50 tons.

Internacionalmente conhecido pelo gênero mummy porn, ou pornô para mamães, os livros arrebataram milhões de fãs, que esperam ansiosas o lançamento da versão cinematográfica da série. Na verdade, o bom moço é um sadomasoquista que, entre outras coisas, tem em sua cobertura uma sala específica para esse tipo de prática e relaciona-se somente com garotas que assinem um contrato de submissão. Pode parecer estranho, mas muitas mulheres, além da protagonista Anastácia Steel, apaixonaram-se por esse homem e foram a fundo numa saga de três livros para descobrir o desfecho da trama.

O que pode estar por trás do interesse feminino em pornografia, campo até então dominado pelos homens?

quarta-feira, 5 de junho de 2013

CONCURSO DIA DOS NAMORADOS 2013!

Quer ganhar 4 livros publicados pela Editora Mundo Cristão? Então é só enviar sua foto, divulgar e torcer! 
 
Divulgue o banner da promoção nas suas redes sociais e conquiste muitas curtidas! Mas não esqueça de avisar aos seus amigos que só contaremos as curtidas daqueles que curtirem a nossa página também, ok?



*Lembrando que ao enviar a foto, você precisa mandar o nome do seu/sua amado(a)!

segunda-feira, 3 de junho de 2013

PAIXÃO PELA COLEGA DE TRABALHO - Caso verídico


Boa tarde Dani, sempre leio o blog Salve Meu Casamento, de onde tiro várias lições para o dia-a-dia, mas agora eu preciso literalmente de sua ajuda para salvar o meu casamento. Levei um bom tempo para decidir te enviar este e-mail, aliás, já tinha escrito algo anteriormente, mas desisti de enviar... No entanto, a situação está cada vez mais complicada pra mim. Tenho 28 anos e me casei muito novo (com 18 anos). Não me arrependo de ter casado, estava ciente do que estava fazendo. E hoje, eu e minha esposa somos exemplo na igreja onde congregamos, demonstramos sempre muito carinho um pelo outro e aos olhos de todos, seriamos o casal perfeito em todas as situações; Realmente amo muito minha esposa, caso contrário já teria pedido o divórcio. Então vamos ao meu caso:
 
Sempre que procurava minha esposa (26 anos), ela tinha alguma desculpa para evitar o ato sexual. Sempre a respeitei, pois não quero tê-la apenas como um objeto sexual, no entanto, a situação tem se complicado, pois chegamos a ficar mais de um mês sem manter relação. Depois de muito conversar, ela me revelou que sofreu abuso quando criança e que isso tem a afligido muito. Fiquei decepcionado comigo mesmo (apesar de não ser minha culpa). No entanto, eu não escondo dela a necessidade que tenho em manter relações sexuais, afinal de contas, tenho os mesmos desejos que todos os homens. Mas deixei de procurá-la e aguardo que ela me procure; Mas na verdade, isso não tem acontecido. Ontem a chamei para conversar novamente, oramos juntos, ela disse que me ama, apesar do bloqueio sexual. Eu também a amo demais, também pesa o fato de termos uma filha de 5 anos. Talvez até aqui minha história tem parecido simples, mas aqui é onde a situação se complica...

quarta-feira, 29 de maio de 2013

DESEJO SEXUAL EM SOLTEIROS - Caso verídico

"Olá Dani!

Eu me chamo Lana e encontrei seu contato através do face e do blog Salve Meu Casamento, que eu acompanho a mais ou menos 2 meses. Primeiramente, gostaria de parabenizar pelo conteúdo do blog, pois passa muita seriedade e acredito que muitas vidas/casamentos têm sido alcançados por Deus através da sua escrita. Bom, gostaria de ser objetiva e dizer que esse e-mail está sendo mais um desabafo mesmo. Tenho 17 anos de idade, sou cristã evangélica há mais de 5 anos e tenho muita sede de conhecer a Deus, apesar de minhas inúmeras fraquezas. Ultimamente eu tenho sentido um desejo muito grande por sexo, mas muito grande mesmo. Eu sou virgem, ja namorei algumas vezes com rapazes da igreja, mas eram namoros, digamos, ''infantis'' e duraram pouco tempo, ou seja, não deu para se envolver muito. Mas recentemente eu estive num relacionamento que eu reconheço foi um pouco precipitado, pois o rapaz, apesar de ser uma ótima pessoa, não era cristão, não tinhamos os mesmo princípios... Bom, no fundo eu sabia onde isso ia dar, mas me enganava com a velha história do ''ele vai se converter''. Não transamos, apesar de termos conversado bastante sobre isso, mas no nosso relacionamento havia a pegação (muito toque) e foi exatamente por isso que eu terminei logo no inicio (ele não tinha a consciência do pecado, já eu ficava me sentindo culpada depois, muito ruim). O ponto que eu quero chegar é que depois que nós terminamos, tirando a parte emocional que é um pouco dificil de superar eu até tentei não mandando mais mensagens, não nos vendo com frequencia e tal... Mas eu comecei pensar em sexo de uma forma muito diferente. Eu nunca tive tabus na família e nem sou reprimida quanto a isso, mas sempre procurei me manter focada em Cristo e nem ligava para essas coisas, mas agora é diferente, são pensamentos que me vêm a mente quase sempre quando estou só e a cada dia fica mais forte e está sendo meio complicado, porque eu não tenho onde "jogar" tanto desejo. Eu sou muito convicta do pecado da masturbação e não quero cometer esse ato. Eu quero mesmo viver as escrituras com sinceridade, sem religiosidade, só que me vêm muitas dúvidas sobre isso, se é só uma fase e vai passar, se é  normal de certa forma, se somente ''fugindo'' e lendo a biblia e orando eu posso dominar isso, eu me sinto muito pecadora, peço perdão a Deus, mas continuo pensando nisso... Na verdade Dani os meus maiores temores são:
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